Paulo Futre, Capa da Playboy de Outubro, o Homem do Momento

Paulo Futre, Capa da Playboy de Outubro, o Homem do Momento

Paulo Futre, de Génio da Bola a Capa da Playboy aos 49 anos… “É Muita Fruta”. Acompanhado pelas modelos Daria Kolesnikova, Iryna Ivanova, Catherine Elizabeth.
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“Não posso conceber o homem independente da sua intensidade.” A citação é de André Malreaux e pode aplicar-se muito bem a este (El) Português que se recusa a “arrumar as botas” e a viver de um passado que tem de tão glorioso como de atribulado, polémico e intenso.
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A nova geração do milénio não o conhece dos campos de futebol e dificilmente o vê como jogador de futebol; conhece-o antes como “uma personagem da televisão” que faz humor sobre charters chineses, um empresário de discotecas, algumas participações no cinema e dobragem de filmes de animação, e principalmente dos anúncios na televisão, do Licor Beirão a potenciadores sexuais, chegando este mês à glória máxima da capa da Playboy portuguesa, e ao Homem do Momento no Lanterna Vermelha, porque não?! E mais uma vez tem tantos a aplaudirem quantos a criticarem. Como sempre ao longo da sua carreira. Já faz parte do seu ADN.
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Os que o vêem como jogador de futebol, um grandioso e explusivo jogador de futebol, recordam-se do silêncio criado nos estádios quando Futre arrancava com a bola antes do meio campo em direção à baliza ou aos flancos, por entre os adversário, como algo indescrítivel, de pura raça e deslumbramento.
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Em entrevista ao Jornal de Notícias, Paulo Futre explicou que saiu de Madrid porque o clube “passava por um momento financeiro horrível”. “E a única hipótese de respirar era com a minha venda”, referiu. A sua transferência para o Benfica só se concretizou porque as negociações com o Sporting não correram da melhor maneira. “Cheguei a acordo com o Sporting, mas o Sousa Cintra tinha de ir a Espanha fechar o negócio e não apareceu no aeroporto. Como não apareceu, fui para o Benfica”, revelou o ex-futebolista.
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Fazendo uma retrospetiva da sua carreira, Paulo Futre admitiu que o seu grande sonho “quando era miúdo” era o de “jogar no Sporting, na seleção e no estrangeiro para ganhar dinheiro”. Conseguiu cumprir os seus sonhos, mas admite que ter jogado nos três grandes clubes de Portugal “foi algo maior do que [os seus] sonhos”. “Jogar nos três grandes era algo que nem sequer estava nos meus sonhos. Foi incrível”, garantiu. Nos últimos cincos anos da sua carreira, Futre passou pelos italianos do Reggiana e do AC Milan, pelos ingleses do West Ham e pelos japoneses do Yokohama Flügels. Houve ainda um ano em que regressou ao Atlético de Madrid, mas em 1998 decidiu pendurar as chuteiras e colocar um ponto final na sua carreira cujo “jogo mais completo” foi a final da Taça de Portugal entre o Benfica e o Boavista. “Marquei dois golos, fiz uma assistência e ganhei um penálti. É muita fruta”, concluiu.

Para quem não sabe quem foi Paulo Futre jogador de futebol aqui fica este vídeo absolutamente obrigatório

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